Engeplus
Saúde

Movimento Tabela

Movimento Tabela SUS Já: 900 criciumenses assinaram abaixo-assinado pela saúde

Intenção é recolher 1,5 milhão de assinaturas no Brasil inteiro

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Fotos: Amanda Garcia Ludwig

A Câmara Municipal de Criciúma e a equipe do Hospital São José estiveram, na manhã deste sábado, na praça Nereu Ramos, em Criciúma, para colher assinaturas para o abaixo-assinado do movimento Tabela SUS Já. Cerca de 900 assinaturas foram colhidas pelos vereadores das 9 horas às 12 horas no evento que reuniu autoridades e entidades da região em prol da saúde brasileira.

O deputado estadual José Milton Scheffer, coordenador da Frente Parlamentar Catarinense, explicou que no início do mês faltavam 400 mil assinaturas para atingir a marca de 1,5 milhão - número necessário para que o documento fosse levado até Brasília. Desses 400 mil, a intenção é que 50 mil assinaturas fossem colhidas no Estado de Santa Catarina neste mês. O deputado acredita que o número ultrapassará a meta. "Em Cricíuma os resultados surpreenderam. Florianópolis se inspirou na cidade do Sul e fará um movimento para a coleta de assinaturas também", comentou Scheffer.

O atual presidente da Câmara de Vereadores de Criciúma, Salésio Lima, explicou que por lei o município precisa destinar 15% da verba arrecadada à saúde, o Governo Estadual precisa destinar 12% da receita à saúde, e o Governo Federal, 10%. "Destes 10%, por exemplo, apenas 3,5% são repassados. O município já repassa quase 20%", ressalta Lima.

A estudante de Arquitetura Andréia Freitas passou pela praça na manhã deste sábado e aproveitou para assinar a lista. "Acho importante para a saúde de todo mundo que ocorra este reajuste do repasse de verbas. É uma boa iniciativa da Câmara, e faltam movimentos deste tipo não só para a saúde, mas no geral. Alguém tem que lutar pelas pessoas", avalia a estudante.

Altamiro Bitencourt, secretário da Frente Parlamentar de Saúde, também comemorou a movimentação na praça e avaliou o processo como positivo. "Em Criciúma tivemos uma adesão surpreendente. Ficamos muito felizes com esse exemplo da sociedade. Sabemos que com este ajuste, hospitais como a Casa de Saúde do Rio Maina poderão permanecer abertos. Esse movimento visa duas coisas: que o repasse seja feito de maneira correta e que seja feito o quanto antes", avisa Bitencourt.

Compartilhar:
Leia a seguirPrefeitura estuda viabilidade do repasse financeiro à Casa de Saúde por parte do Estado
Publicidade