Sítios arquológicos
MPF pede suspensão imediata das obras da Via Rápida
Órgão federal ajuizou ação civil pública
Por Redação Engeplus
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O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública para pedir a suspensão imediata da obra de construção da Via Rápida, em Criciúma. De acordo com a procuradora da República Patrícia Muxfeldt, a ação foi formalizada a partir de um documento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) que aponta dois sítios arqueológicos destruídos pelas obras. Em entrevista ao radialista João Paulo Messer no final da tarde desta sexta-feira, no programa Balanço Geral, da Rádio Eldorado, a procuradora afirma que os sítios não estavam demarcados.
Na próxima semana, uma equipe do Iphan deverá fazer uma vistoria na obra e nos sítios. A partir do retorno dado ao MPF na forma de relatório sobre o estado dos sítios e medidas de preservação o órgão federal vai reavaliar a liberação da obra. \"Não é de interesse do MPF que a obra fique parada por muito tempo\", afirma a procuradora.
Dias atrás o MPF recomendou a paralisação das obras, mas o Deinfra não acatou. Acompanhe:
MPF recomenda a paralisação imediata das obras da Via Rápida, em Criciúma



