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Mudança no trânsito na avenida Centenário

Fluxo de veículo passará a fluir somente em uma das pistas a partir desta terça-feira

Por Redação Engeplus

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Foto: Daiana Carvalho

A partir desta terça-feira o trânsito na avenida Centenário, em Criciúma, apresentará mudanças. A via no trecho que compreende a ponte do bairro Santo Antônio terá o trânsito interrompido no sentido Pinheirinho/Centro e a via do lado oposto será dividida para escoar o fluxo de veículos em mão dupla.

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A mudança foi realizada pela empresa Abrix Construções, responsável pelos trabalhos de execução da segunda parte da ponte sob a orientação da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transporte de Criciúma (ASTC). “A pista do sentido Pinheirinho/Centro ficará totalmente interditada e o trânsito será direcionado para o outro lado”, explica o arquiteto da ASTC, Rodrigo Milanez Goulate.

O trânsito ficará em três pistas, duas do Centro para o Pinheirinho e uma para o sentido contrário. Neste trecho, os ônibus do transporte coletivo e os carros dividirão espaço até que o fluxo alcance o nível da pista onde o trânsito volte ao percurso normal. “No horário de pico vai haver um afunilamento. É importante que o motorista busque uma rota alternativa”, alerta o secretário de infraestrutura, André De Luca.

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A obra, avaliada em pouco mais de R$ 1 milhão, faz parte do projeto do canal auxiliar do Rio Criciúma e dará continuidade a construção da nova ponte da avenida Centenário que já teve uma das partes construídas em 2010. O trecho que está faltando faz parte da pista da avenida Centenário que liga o bairro Pinheirinho ao Centro. “A ponte atualmente tem uma vazão de 13 metros quadrados e vai passar para 49, o que triplicará a vazão da água nos dias de chuva”, destaca De Luca.

O prazo para a conclusão da obra é de um ano, conforme De Luca, a expectativa do poder municipal é de que os trabalhos sejam concluídos em dez meses. “Vamos fazer o possível para terminar antes. Dependemos do trabalho integrado com a Casan, tem um duto de água ali, além das redes de esgoto e energia que precisaram ser adequadas para que a obra aconteça”, pontua De Luca.

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