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Segurança

Lauro Müller

Mulher é indiciada pela Polícia Civil por venda de produtos ilegais para emagrecimento

Investigações foram concluídas nessa quinta-feira, dia 16

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Por Patrick Stüpp - patrick.stupp@engeplus.com.br

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Foto: Rafaela Custódio/Arquivo/Portal Engeplus

Uma mulher de 33 anos, investigada pela venda de produtos ilegais para emagrecimento, foi indiciada pela Polícia Civil, em Lauro Müller. As investigações iniciaram em junho de 2025 após determinadas pessoas procurarem atendimento médico e foram concluídas nessa quinta-feira, dia 16. A investigada segue em liberdade.

Segundo informações da Polícia Civil, a mulher comercializava os produtos e afirmava aos consumidores que alcançariam a perda de peso, sem contradições. Os policias civis informaram que a investigada também ressaltava que as suas produções eram feitas a partir de ervas medicinais.

Porém, conforme os policiais civis, após um mandado de busca e apreensão ser cumprido na residência da investigada, no local foram encontrados e apreendidos frascos de uma substância que continham cápsulas com produto ignorado. No imóvel também foram apreendidos outros produtos de origem desconhecida, frascos vazios, rótulos e anotações sobre vendas de produtos.

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O cumprimento do mandado de busca e apreensão foi acompanhado de servidoras da Vigilância Sanitária que, após confirmarem a irregularidade de manipulação, o material foi encaminhado para a Polícia Científica. De acordo com a Polícia Civil, a perícia constatou a inexistência de informações sobre origem dos produtos, além da presença de substâncias controladas.

Riscos à saúde

As investigações dos polícias civis também apontaram que a mulher adquiria a matéria-prima por meio da internet e acondicionava em frascos. Posteriormente, a investigada comercializava os produtos em Lauro Müller e outras cidades, por meio de remessa de serviços de entrega. “Nesse sentido, o consumo de tais substâncias apresenta risco à saúde em tais circunstâncias, carecendo de prescrição médica”, informou a Polícia Civil.

Após a conclusão do indiciamento, caso seja processada e condenada, a mulher ficará sujeita a uma pena de até 20 anos de prisão. O resultado da investigação será compartilhado com o Ministério Público.

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