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“Mulher Viver Sem Violência” reúne 1,2 mil mulheres em Criciúma

Evento marca a intensificação da campanha de combate à violência contra a mulher no Sul de Santa Catarina.

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Mais de 1,2 mil mulheres marcaram presença no evento “Mulher Viver Sem Violência”, realizado neste sábado no CTG Pedro Raimundo, em Criciúma. O encontro foi organizado pelo Governo do Estado, por meio das Secretarias de Desenvolvimento Regional de Criciúma e Araranguá e ainda a Coordenadoria Estadual da Mulher e o Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

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A representante da equipe de assistência social de Sombrio, Rosiane Fagundes, fez questão de participar. “Com este evento tomaremos conhecimento da legislação, e poderemos atuar como propagadoras dessas informações”, pontua.

Já outra participante vinda de Criciúma, de 67 anos, que preferiu não se identificar, ressalta que marcou presença para começar a superar seus problemas. “Sofri muita violência psicológica quando estava casada. Faz dez anos que me divorciei, mas ainda não consegui superar totalmente. Por isso estou aqui, para escutar o que essas mulheres têm a dizer e ver se consigo finalmente me libertar desses pensamentos ruins”, desabafa.

O “Mulher Viver Sem Violência” foi pensado com três objetivos principais. “Viemos informar; empoderar e motivar; e integrar essas mulheres, para que elas passem a conhecer as políticas públicas de apoio existentes, e com isso, comecem a quebrar tabus. Buscamos mais confiança também, tanto das mulheres quanto das instituições, já que o preconceito está impregnado em todo lugar”, argumenta a subcoordenadora da Coordenadoria da Execução Penal e da Violência Doméstica e Familiar contra da Mulher (CPVID) do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, juíza de Direito Sônia Moroso Terres.

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O secretário regional, João Rosa Filho Fabris, acredita que o evento servirá como motivador para todas que se fizeram presentes. “Um conselho meu que fica neste dia é para que as mulheres denunciem a violência de que são vítimas. Nós não vivemos mais na idade da pedra, devemos ser considerados todos iguais, então que este encontro sirva como alerta”, finaliza.

Com informações de Francine Ferreira/Comunicação SDR Criciúma

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