'Não sabem em quem votar', alega diretora da escola João Frasseto sobre a lentidão nas filas
Cerca de 60% dos eleitores compareceram na escola

A demora dos eleitores nas cabines de votação tem provocado lentidão nas filas das seções na escola João Frasseto, no bairro Santa Luzia, em Criciúma. Maior local de votação da 98° Zona Eleitoral com mais de 5 mil eleitores, o colégio está com movimento intenso desde o início da manhã, antes mesmo das aberturas dos portões.
Segundo Miriani Porto de Souza Caetano, diretora da escola e delegada de prédio, estima-se que pouco mais de 60% dos eleitores já votaram, o que comparado com anos anteriores é um número baixo. "Pouco mais de 60% votaram. Em outras eleições o número era maior neste horário", pondera.
O principal problema está nos próprios eleitores. A constatação é que muitos esquecem a colinha com o números dos candidatos escolhidos ou até mesmo não sabem para quem dirigir o voto. "Não estão vindo preparados para votar, estão sem colinha ou sem saber em quem votar. Entram na sala e olham os candidatos para depois votarem. Nos anos que participei foi mais intenso e com eleitores mais preparados. E isto são pessoas de todas as idades. Houve uma suspeita de boca de urna e mandamos sair do pátio da escola. Estão percebendo que na fila as pessoas não sabem em quem votar e estamos de olho nestas situações", explica a diretora.
Nestas eleições, o número de eleitores reduziu na escola, já que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) transferiu para a escola Lili Coelho, também na Santa Luzia, as seções 94, 95, 96, 97, 98 e 99.



































