Criciúma
Não tem supersalário na Câmara, garante o presidente
Corte de gastos segue sendo a discussão da hora no Legislativo
Por Redação Engeplus
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O esforço é contínuo para a redução de gastos na Câmara de Criciúma. É o que assegura o presidente, vereador Júlio Colombo (PSB). “Com cortes de gratificações inconstitucionais e redução de 20% nos salários de diretores, estamos economizando R$ 800 mil ao ano, já a partir deste mês”, revela. “Somos a casa das leis, temos que respeitar as leis”, pondera, mencionando as retiradas de gratificações que estão em curso.
Mas não há perspectiva de cortes nos salários dos vereadores. “Fizemos uma reunião com todos, tanto para esse tipo de corte quanto para redução do número de assessores, e houve consenso para manter tudo como está”, afiança o presidente do Legislativo.
A Câmara não paga super salários. É o que assegura o vereador Colombo. “Não. Para nós, super salário é aquele vencimento superior ao do prefeito, e isso não acontece aqui. Basta acessarem o Portal da Transparência”, refere. Ele lembra que a Constituição permite que um vereador receba até 50% do salário de um deputado estadual. “E nós ganhamos 33% de um deputado. Um vereador de Criciúma responde, em média, por 12 a 13 mil habitantes”, conclui.
Outra tratativa visando a redução de gastos diz respeito ao futuro da sede da Câmara, conforme abordou ontem o Portal Engeplus.



