Negócios rendem
Negócios rendem quase R$ 4 milhões para o Tigre
Por Redação Engeplus
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Nunca o Criciúma faturou tanto em uma temporada com vendas de jogadores. As saídas de Patric e Jean Mossoró, que estão sendo negociados pelo clube com um empresário alemão, vão engordar os cofres do Tigre em cerca de R$ 1,5 milhão. Somando-se aos negócios anteriores, a arrecadação tricolor com atletas neste ano supera a casa dos R$ 3,8 milhões.
O primeiro vendido de 2008 foi Uendel. O lateral esquerdo, repassado para o Fluminense, rendeu R$ 600 mil para o Tigre. Depois, Jean Coral acabou negociado por R$ 750 mil, transferindo-se para Portugal. O terceiro foi Beto. O atacante, contratado pelo Atlético Mineiro, reverteu R$ 150 mil para o Tigre. Na sequência, o Atlético levou Jael ao pagar R$ 820 mil para o tricolor.
Em todos os casos, as saídas não corresponderam a investimentos de porte em reposição. O Criciúma fez cerca de quinze contratações no decorrer dos Campeonatos Catarinense e Brasileiro da Série B, e na maioria dos casos não obteve êxito.
As vendas de jovens jogadores estão rendendo muito mais que negócios antigos, que culminaram com a saída de ídolos do Heriberto Hülse. O lateral direito Maicon, da seleção brasileira, deixou o Criciúma em 2000 indo para o Cruzeiro por R$ 1 milhão. Em 2002, Mahicon Librelato foi levado pelo Internacional em troca de R$ 1 milhão, porém pagou parte com passes de outros atletas.



