Coronavírus
“No final desta semana teremos o pico de testes positivos”, avalia presidente da Unimed
Leandro Avany Nunes pediu à população para continuar em suas residências
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O município de Criciúma registrou nove casos de coronavírus até o momento, mas os especialistas da cidade acreditam que esse número seja maior, já que os testes não são realizados em todos os pacientes. Além disso, a região possui a transmissão comunitária, que é uma modalidade de circulação na qual as autoridades de saúde não conseguem mais rastrear o primeiro paciente que originou as cadeias de infecção, ou quando esta já envolve mais de cinco gerações de pessoas.
O presidente da Unimed de Criciúma, Leandro Avany Nunes, em entrevista ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado, suplicou que as pessoas continuem em suas casas de quarentena. Ele ainda elogiou os serviços prestados pela Prefeitura Municipal. “Criciúma já virou destaque nacional e a Unimed montará o primeiro Hospital de Campanha, onde isolamos os atendimentos da cidade. Hoje, estamos com 373 atendimentos e são pessoas que têm sintomas respiratórios e outro sintomas de Covid-19. Já realizamos 72 coletas e não podemos coletar de todas as pessoas, só nos pacientes que tiveram contatos com infectados ou que estiveram fora do país”, pontua.
Nunes ainda comenta que dois pacientes estão internados, mas que os profissionais da saúde possuem a meta de não deixar ninguém morrer por conta de coronavírus. “Todas as medidas que a Prefeitura Municipal tomou e está tomando foi de grande valia. Nossa meta é que não morra ninguém. Muitos serão contaminados, mas não queremos que morra ninguém. Fiquem em casa, só saiam quando for preciso. No final desta semana teremos o pico de testes positivos”, comenta.
“Criciúma está de quarentena, não podemos quebrar a quarentena por mais 15 dias e teremos bons resultados. Se as pessoas saírem nas ruas e começarem caminhar, visitar parentes, teremos problemas sérios. Criciúma está unida e não pode ser diferente”, finaliza o presidente da Unimed.



