Por Douglas Saviato - douglas.saviato@engeplus.com.br
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O Sul de Santa Catarina sediará entre os dias 23 e 25 deste mês um evento nacional que discutirá o cultivo do maracujá. O VII Simpósio Brasileiro sobre a Cultura do Maracujazeiro em conjunto com o II Seminário Sul-brasileiro sobre Maracujazeiro será realizado em Balneário Arroio do Silva com o objetivo de atualizar tecnologicamente a cadeia produtiva do maracujazeiro do Brasil com conhecimentos técnicos e científicos.
O evento reunirá pesquisadores, técnicos e professores da iniciativa pública e privada para a definição de novos rumos na geração e difusão de conhecimento para o produtor de maracujá do Brasil. As inscrições para o evento estão abertas e devem ser realizadas nos escritórios da Epagri ou pelo site, neste link.
De acordo com o engenheiro agrônomo da Epagri de Urussanga, Henrique Belmonte Petry, durante estes três dias serão promovidos diálogos entre os participantes, principalmente, sobre as técnicas de cultivo, mercado interno e externo para frutos e produtos industrializados. Também serão discutidos os desafios para a estabilização desta cultura nas diferentes regiões do Brasil na próxima década.
“Este é um evento que ocorreu principalmente entre as décadas de 80 e 90. Sua última edição ocorreu há 12 anos no Rio de Janeiro e como ele é itinerante assumimos o compromisso de realizá-lo na nossa região, levando em consideração o trabalho que temos feito por aqui”, destaca Petry. Esta é a primeira vez que o simpósio será realizado em Santa Catarina.
Segundo o engenheiro, virão ao Sul do Estado palestrantes de todas as regiões do Brasil e um palestrante colombiano, que abordará a exportação do maracujá, tendo em vista que a Colômbia é o país que mais exporta a fruta no mundo. Já os municípios de Sombrio, São João do Sul, Santa Rosa do Sul, Jacinto Machado, Araranguá e Praia Grande são os grandes produtores do Estado.
“Temos um cultivo muito forte na região com uma tradição de 20 anos. Nossa fruta é muito superior em qualidade e tem uma grande representatividade no Brasil, sendo destinada boa parte à região Sudeste”, comenta.



































