Nos dias
Nos dias 23, 24 e 25 de abril professores fazem greve nacional
Categoria está mobilizada. Uma jornada de lutas será realizada até o dia da paralisação
Por Redação Engeplus
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Os professores da rede estadual catarinense de ensino continuam na briga para que os direitos salariais sejam cumpridos pelo Governo do Estado de Santa Catarina. Em assembleia, nessa terça-feira em Florianópolis, não aceitaram a proposta do governo referente à segunda etapa do pagamento e descompactação da tabela salarial. Na reunião, foi acertada uma paralisação em âmbito nacional nos dias 23, 24 e 25 de abril, em Brasília.
Conforme a diretora de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), Cíntia dos Santos, a assembleia foi bem representativa e todos os presentes exigiram o cumprimento da lei do piso salarial. Ela explica que os reajustes são referentes aos anos de 2011, 2012 e 2013. A proposta do governo foi dividida em duas. A primeira diz respeito ao reajuste salarial, a nova tabela foi encaminhada ao Legislativo e espera por votação.
Os professores devem se mobilizar para que o proposta não seja votada, pois ela ainda não contempla as necessidades da categoria. “Exigimos o pagamento do piso, o governo apresentou 8% de reajuste, o valor deveria ser 20%, ou seja, foi proposto uma migalha”, ressalta a diretora de imprensa. “O valor ainda seria dividido em duas parcelas, uma em abril e outra em setembro”, completa.
Cíntia diz que a segunda etapa da proposta do governo é a que mais preocupa. A proposta faz referência ao plano de carreira da categoria. “Não queremos a desvalorização da carreira. Ou seja, o governo coloca todos os professores no mesmo patamar, por exemplo, o profissional que possui capacitação, como uma pós-graduação recebe o mesmo valor que um profissional magistrado”, explica.
Ainda de acorodo com Cíntia, a categoria está mobilizada. “O governo só apresentou os 8% para que os professores não se mobilizassem, mas estamos na luta até o fim de abril, quando iremos fazer a mobilização nacional”, comenta. A categoria vai estar em um processo de mobilização até o dia 23 de abril, em uma jornada de lutas. “Estaremos nas escolas, para fortalecer a categoria”, frisa.



