Por Redação
Em - AtualizadaSindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Sul de Santa Catarina (STEERSESC), representante dos professores e auxiliares da administração das Escolas Particulares, vem apresentar o seguinte esclarecimento:
Embora o sindicato dos trabalhadores tenha se esforçado muito para encaminhar uma convenção coletiva minimamente decente à categoria, o sindicato patronal impôs limites aos reajustes para os trabalhadores de escolas de educação infantil e ensino superior, que não são capazes de recompor a perda salarial.
O desgaste salarial, já foi suportado na negociação do ano passado, e, sempre justificado pela Pandemia do COVID-19.
Ocorre que o Sindicato Patronal fechou as portas para avanços na negociação, e não concorda com a discussão da renovação do instrumento coletivo por meio de dissídio coletivo.
O trabalhador precisa entender que, por mais incrível que possa parecer, por força de lei, um sindicato só pode ajuizar o dissídio coletivo contra o outro, se este expressamente concordar.
Assim, as alternativas postas à mesa, são: firmar a Convenção Coletiva, com reajustes abaixo da inflação acumulada nos 12 meses, e garantir as cláusulas sociais (triênio, bolsa de estudos, estabilidade aposentadoria, etc.), ou, ficar sem Convenção Coletiva, e, por consequência, perder o baixo reajuste concedido e os direitos das cláusulas sociais.
Tal esclarecimento se faz necessário para que os trabalhadores se conscientizem da urgente necessidade de união. Precisam se conscientizar que o Sindicato Laboral não é o vilão da negociação. Pelo contrário, tem se valido de todas as ferramentas possíveis para assegurar o melhor para a categoria.
Criciúma, 14 de abril de 2021.
A Diretoria
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