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O caso de machismo no Heriberto Hülse

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

A jornalista Júlia Goulart, repórter da Rádio Galera de Porto Alegre, foi vítima de injúrias com conotação machista no estádio Heriberto Hülse no último sábado. Ela foi vista chorando no gramado do Majestoso e postou nas redes sociais um relato sobre o acontecido.

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Conforme Júlia, cerca de trinta torcedores do Internacional, incluindo mulheres e crianças, a ofenderam aos gritos, da arquibancada em direção ao campo, onde ela se encontrava para as reportagens do jogo diante do Criciúma. A repórter informou que as ofensas estão registradas e ela levará em forma de denúncia ao Ministério Público para posterior identificação e punição aos envolvidos.

Por conta da grande repercussão do caso no Rio Grande do Sul, o Internacional emitiu ontem uma nota oficial na qual repudia o ocorrido. É a segunda vez que a jornalista é vítima de agressões machistas. A anterior foi no começo do mês por parte de torcedores do São José de Porto Alegre em uma partida na capital gaúcha também contra o Inter.

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Abaixo, a nota oficial do Internacional sobre o episódio:

O Sport Club Internacional repudia todo tipo de atitude preconceituosa e sexista no futebol. Trabalharemos cada vez mais para fatos como o ocorrido ao final do jogo do último sábado (21/10), no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma, não se repitam, bem como garantir um ambiente adequado de acesso, de segurança e de respeito a todos(as), sejam torcedores(as), dirigentes, profissionais ou atletas. Acreditamos que ser o Clube do Povo é estar aberto a todas e a todos.

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