O chefão
O chefão do futebol catarinense
Por Redação Engeplus
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Quando encerrar seu sétimo mandato na presidência da Federação Catarinense de Futebol, em abril de 2015, Delfim de Pádua Peixoto Filho será o dirigente esportivo de maior longevidade no mundo. Serão 30 anos no comando da entidade que ele assumiu interinamente em 1985, no lugar de Pedro Lopes.
No último sábado, Delfim testou seu prestígio no sul do Estado. Acompanhado do seu vice, o içarense Waldir Lodetti, almoçou em Nova Veneza e assistiu à decisão do Regional da LARM, entre Caravaggio e Cocal do Sul.
"Já participei de várias decisões da LARM, e sempre que venho, me surpreendo", afirmou. O presidente da FCF teceu inúmeros elogios ao estádio da Montanha. "É bonitinho. Com essa estrutura, o Caravaggio pode tranquilamente disputar a Divisão de Acesso profissional", afirmou.
Usando uma camisa personalizada, Delfim chamou a atenção do mundo político regional. Recebeu o assédio de autoridades como o secretário de Segurança do Estado, Ronaldo Benedet; do secretário regional, Luiz Fernando Cardoso; do deputado estadual Valmir Comim e do prefeito Rogério Frigo, entre outros.
Embora a política tenha marcado presença, o futebol dominou as conversas. "Avaí e Chapecoense puxaram um ano bom para o futebol catarinense. O Figueirense não subiu por pouco. O Criciúma foi mal e o Marcílio Dias, pior ainda. Tenho fé em um 2010 melhor", comentou Delfim.
Questionado sobre uma suposta pouca atenção ao Criciúma e ao futebol do sul, Delfim ironizou. "Todos sabem que meu time do coração é o Marcílio. E não tem lugar onde eu sou mais vaiado que Itajaí".
O dirigente participou da entrega do troféu de campeão da LARM para o Cocal do Sul e acompanhou, no domingo, a conquista da Liga Verde Vale pelo Termas.



