O Código da Vinci

Por Guiadasemana

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O especialista em simbologia Robert Langdon (Tom Hanks) é renomado e bem-sucedido em seu ramo de atuação. Tanto que é convidado para dar uma palestra em Paris. Passado o evento, recebe um telefonema da polícia e é convocado para ir às pressas ao Museu do Louvre.

Ao chegar lá, se depara com o corpo do curador do local, Jacques Sanière, com quem teria um encontro. Langdon passa imediatamente a ser suspeito do assassinato, mas uma frase para ser decifrada faz com que o capitão da polícia Bezu Fache (Jean Reno) utilize seus serviços antes que seja comunicado de que pode ser acusado de estar envolvido com o crime.

A próxima pessoa a se envolver com Langdon é a criptóloga da polícia e neta da vítima Sophie Neveau (Audrey Tautou). Ela percebe o risco que o professor corre. Juntos, eles armam um jeito de fugir do museu, mas ainda fica nas mãos da dupla um segredo histórico incluindo obras do pinto italiano Leonardo Da Vinci e a vida de Jesus Cristo. Só que não são apenas eles que estão interessados em desvendar este mistério que esteve guardado com uma organização chamada Priorado de Sião.

O principal interessado no segredo é uma facção conservadora da Igreja Católica batizada de Opus Dei, comandada pelo bispo Aringarosa e com o monge Silas (Paul Bettany) nas ruas atrás de Langdon.

Uma frenética corrida pelas ruas de Paris leva Langdon e Sophie a bordo de um jato fretado que vai para Londres. Na capital da Inglaterra os dois procuram abrigo na casa de um velho conhecido do simboligista, o professor Leigh Teabing. Conhecido por ser um estudioso e caçador do Santo Graal, ele também entra na trama, que passará por momentos de fugas, intrigas, mentiras e mortes até descobrir o que há por trás das pinturas e que pode colocar em xeque a posição dos católicos.

O Código da Vinci é um sucesso editorial que teve mais de 36 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Controverso, tem causado polêmica em vários países por sugerir na história que Jesus Cristo teve um romance com Maria Madalena e que os dois até tiveram um filho. A Sony Pictures, responsável pelo lançamento do longa, e o autor do livro Dan Brown alegam se apenas se trata de ficção. O filme é um dos mais esperados da temporada 2006 e um dos maiores investimentos dos estúdios em divulgação. Estima-se que o orçamento total da produção tenha ficado em torno dos US$ 125 milhões.

A idéia inicial era de levar a história para um especial de TV. Dan Brown, porém, não quis vender os diretos, que meses depois foram adquiridos pela Sony para adaptar para o cinema. Parte das filmagens foram feitas dentro do Museu do Louvre, em Paris, com autorização do governo. A equipe só podia filmar durante a noite e não era permitido que luz artificial fosse usada para iluminar a Mona Lisa. A solução foi utilizar uma réplica. Já as seqüências que se passam na Abadia de Westminster foram feitas na Catedral de Lincoln, no leste da Inglaterra.

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