O Kadafi
O Kadafi do Metropolitano
Por Redação Engeplus
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A transferência do grupo que vinha comandando o Metropolitano para o Rui Barbosa de Morro da Fumaça parecia ser o início de uma crise no clube de Nova Veneza. Mas a renovação acabou funcionando. Há um ano, em novembro de 2010, o ex-prefeito Sérgio Ghislandi assumia o comando do Metro com o objetivo de montar a equipe para o Regional da Larm de 2011. O estilo de comandar funcionou, o time criou corpo e hoje Ghislandi é conhecido como o "Kadafi" do Metropolitano.
"Podem me chamar de Kadafi, não tem problema. O que importa é que sou um cara democrático e peço opinião para quem entende de futebol, não para qualquer um", diz Ghislandi. A fama veio à tona quando Sérgio optou por acumular a presidência com o posto de técnico, que ele vem exercendo com sucesso no atual Regional. Ele conseguiu classificar o Metropolitano para a semifinal, eliminando a favorita Carbonífera Criciúma.
"Trabalho é feito por resultados. Aqui nós trabalhamos, quem fala demais dá bom dia para cavalo", dispara o presidente e treinador. Ghislandi lembra que com 20 anos de idade, no início dos anos 70, também havia acumulado os dois cargos. "Treinei gente como o Gonzaga Milioli e o Edison Ramos. Mas eu sou um escalador e não um treinador".
A montagem do elenco do Metropolitano coube ao próprio Ghislandi. "Estávamos desacreditados no início, mas eu sei que a torcida de fé acreditava na gente". O presidente conta que, enquanto técnico, buscou montar um elenco de 20 jogadores com perfil de caráter e personalidade.
No sábado, o Metropolitano vai ao estádio Olavo de Assis Sartori enfrentar o Mãe Luzia, em jogo que vale vaga na final do Regional. No confronto de ida, no domingo passado em Nova Veneza, houve empate em 1 a 1.



