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O pênalti mais pênalti que mudaria a história do jogo

Por Redação Engeplus

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Foto: Amanda Ludwig

Corriam 19 minutos do segundo tempo. O Criciúma vivia seu melhor momento no jogo. Havia empatado fazia cinco minutos com Silvinho, cobrando um pênalti. Eis que ele mesmo, dentro da área, preparado para mais um arremate ao gol de Danilo Fernandes, foi derrubado. Pênalti de novo. Não marcado.

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“Esse árbitro é bom, costuma apitar Série A”, lembra Silvinho. “Mas o erro dele foi esse, com certeza esse lance foi mais pênalti que o primeiro”, afirma o atacante do Tigre. “O primeiro foi pênalti, mas esse segundo foi mais pênalti ainda”, reforça. “Eu estava de frente para o gol, inteiro para chutar a bola e perto da pequena área”, recorda. Alemão foi o defensor colorado que o derrubou. Para o diretor executivo de futebol, Édson Gaúcho, a atuação do árbitro Wagner Reway decidiu o placar da partida.

A partir dali, o Inter gradualmente equilibrou ações e fez duas substituições que deram os números finais ao jogo. Primeiro, a entrada de Camilo no lugar de D´Alessandro. Depois. Carlos ingressou na vaga de Eduardo Sasha e em seu primeiro lance recebeu de Camilo e tirou de Luiz para fazer o gol da vitória: Internacional 3 a 2 em pleno Heriberto Hülse, na tarde deste sábado.

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“A gente não pode errar isso aí, foi coisa infantil. Pagamos por erros nossos, temos que ter mais atenção”, reclama o zagueiro Édson Borges, autor do primeiro gol tricolor. Amargando três derrotas seguidas, o Criciúma saiu da briga pelo acesso à Série A. Matematicamente, porém, existe uma chance irrisória. O time volta a campo sexta-feira, em Belém, contra o Paysandu.

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