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O que foi aquilo, Argel?

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: João Pedro Alves / Criciúma EC

Do bonito, para o constrangedor. Do corajoso, para o medroso. Da Série B convicta para a Série C sem graça. Um Criciúma de dois tempos arrancou vitorioso e deixou o gramado cabisbaixo, com a lamentável derrota por 3 a 2 para o Macaé, no estádio Cláudio Moacir de Azevedo.

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Para o técnico Argel Fucks, sete ou oito jogadores não entraram em campo na segunda etapa, ocasionando a derrota tricolor. Faltou, porém, reconhecer o equívoco maior, que foi justamente a desastrosa substituição do meia Diogo Oliveira pelo volante Chicão, fechando um time que não precisava ser fechado.

No primeiro tempo, o Criciúma soube explorar os espaços concedidos. Defendeu-se com firmeza, avançou com as peças corretas e fez por merecer uma espetacular vantagem de dois gols. Como bem disse o treinador, o ataque soube dar conta do recado, com Lins e Marcos Denner.

Eis que, quando a invenção entrou em campo, o defensivismo pairou na hora errada. Os gols sofridos, na bola parada, demonstram uma imaturidade injustificável para um momento decisivo. Que fosse uma vez a falha, mas três vezes a mesma, foi demais para o povo tricolor, no estádio, na televisão e no rádio.

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Talvez o Criciúma tenha se assustado com algo, observa Argel. Pode ser. O susto pode ter sido produto do intervalo. O que teria acontecido no vestiário? Uma mudança mal compreendida em um time que vinha bem, e foi simplesmente desconstituído por um grande erro, que não foi reconhecido.

De qualquer forma, a decisão é no Heriberto Hülse. No dia 23, o torcedor, que nunca falha, movido pela paixão, poderá empurrar o time, pois o 1 a 0 vale tudo.

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