O retorno
O retorno da Guerrilha Jovem
Por Redação Engeplus
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A torcida Guerrilha Jovem está de volta ao Heriberto Hülse. No próximo domingo, os vinte integrantes já cadastrados estarão uniformizados, com a bateria em ação e uma bandeira de 15 x 8,40 metros.
"Estivemos dois anos parados nos reestruturando. Agora, para integrar a Guerrilha, é preciso ter cadastro na Federação Catarinense de Futebol e ser sócio do Criciúma", comentou o torcedor Lúcio Florentino.
Para marcar o retorno, a Guerrilha lança sábado, na praça Nereu Ramos, uma revista especial. Nela, há fotografias históricas do time e da torcida nas viagens pelo País.
"Já estivemos em Recife, Porto Alegre, Goiânia, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, sempre levando nosso amor pelo Criciúma", conta o integrante Cleiton Ramos. O apaixonado torcedor tem o logo do Criciúma tatuado no braço esquerdo. "É tudo por amor pelo Tigre".
Uma nova bandeira, à semelhança da antiga que chamava a atenção no Majestoso, está sendo confeccionada. Ela tem 50 x 18 metros, e um custo superior a R$ 6 mil. "Estamos em busca de parceiros", informa Lúcio.
No último jogo, contra o Caxias, a Guerrilha levou alguns integrantes ao Majestoso, mas somente com a bateria. A Guerrilha Jovem foi fundada em 19 de maio de 1991, como uma dissidência da Quatro Garras, pelos torcedores Ranieri Velho e Adriano Osellame.



