O retorno
O retorno dos velhos Metropol e Ouro Preto
Por Redação Engeplus
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Duas das maiores tradições da história do futebol de Criciúma estão de volta. O Esporte Clube Metropol e o Ouro Preto Futebol Clube vão disputar a Série C da Taça Cecrisa. Representantes dos dois clubes estiveram em reunião na noite desta segunda-feira na sede da Liga Atlética da Região Mineira, formalizando as inscrições na disputa municipal.
Fundado em 15 de novembro de 1945, o Metropol nasceu na localidade de Rio Maina Alto por iniciativa de um grupo de mineiros. Em 1949, tornou-se profissional. Na transição, mudou suas cores do amarelo e preto para os tradicionais verde e branco. Brilhou em nível estadual a partir do final dos anos 50, sendo pentacampeão catarinense sob o comando de Dite Freitas. Excursionou pela Europa com sucesso.
Desativado o futebol profissional no fim dos anos 60, o Metropol ressurgiu em algumas ocasiões no amadorismo. Foi assim em 2000, sendo campeão da Série B da Taça Cecrisa. Seis anos depois, faturou a primeira divisão municipal, em parceria com a Carbonífera Criciúma. Fechou as portas em 2007.
Já o Ouro Preto tem uma história ainda mais antiga. É o veterano do futebol criciumense. Foi fundado em 24 de dezembro de 1939, fruto do encerramento do futebol da Sociedade Recreativa Mampituba. A escolha do nome foi uma homenagem ao carvão, e o time utilizada o preto e branco no uniforme. Olavo de Assis Sartori presidiu o clube durante vários anos.
Teve poucos resultados expressivos, já que contava com menos recursos que os demais clubes. No primeiro Regional da LARM, em 1948, foi terceiro colocado. As dificuldades financeiras fizeram o Ouro Preto perder a área do velho estádio Irineu Bornhausen. Começava a decadência que culminou com o licenciamento em 1970. Ganhou, da família Zanette, uma área no bairro Santa Augusta.
Metropol e Ouro Preto serão as estrelas da terceirona que começa em abril. Cerca de vinte times deverão disputar a competição, que vale duas vagas na Série B de 2010.



