Tigre
O tapete do estádio Heriberto Hülse
Bem cuidado, gramado só foi usado quatro vezes até agora
Por Redação Engeplus
2 min de leitura
Na gíria do futebol, há quem diga que até sinuca é possível jogar em um campo desse. Pois o gramado do Heriberto Hülse que recebe Criciúma e Altos do Piauí nesta quarta-feira vive um dos seus melhores momentos. Impecável, verdinho, é garantia de bola rolando no confronto que vale vaga na terceira fase da Copa do Brasil.
“Fizemos alguns procedimentos no verão, como o corte vertical e a aeração orientada pela agrônoma, e deu esse bom resultado”, comemora o gerente de administração do Criciúma e responsável pelo gramado, Volnei Conti.
O time
também ajuda
Outro fator que tem colaborado é a preservação. O time profissional treinou apenas uma vez este ano no HH. Levando-se em conta que jogou até agora apenas três vezes em casa em 2017, contra Avaí, Joinville e Almirante Barroso, o Criciúma usou seu campo apenas quatro vezes na temporada. Isso rende elogios de quem cuida do campo ao técnico Deivid. “É um treinador muito profissional e responsável. Ele usa muito a estrutura do CT, que é muito boa”, cita Conti.
Para ele, Criciúma e Figueirense contam, na atualidade, com os melhores gramados do futebol de Santa Catarina. “A diferença é que o Figueirense tem três funcionários para cuidar de cada um dos cinco campos do CT, e cinco funcionários para cuidar do campo do Scarpelli, e nós temos cinco para cuidar dos seis campos do CT e dois para cuidar do estádio”, relata.



