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O time coeso dos dirigentes do Tigre

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Lene de Costa / Engeplus

A coesão não parece ser privilégio do time do Criciúma dentro de campo. Fora dele, a diretoria tem demonstrado entrosamento. Foi o que se viu mais uma vez, neste sábado, na praça Nereu Ramos.

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Antes mesmo de o presidente Antenor Angeloni aparecer no Dia do Sócio 10 mil, inúmeros dirigentes do tricolor infiltraram-se entre os torcedores.

Em uma das rodas de conversa, estava Deloir Brunelli, diretor adjunto de finanças. "Os sócios respondem, hoje, por R$ 180 mil a R$ 200 mil de receita para o Criciúma", calculou.

Em outro grupo, estavam o diretor médico, José Carlos Ghedin, e o jurídico, Albert Zilli dos Santos. "O Gavião está se recuperando de lesão, volta a treinar durante a semana. Estamos muito felizes", comentou Ghedin, referindo-se à boa fase física do time.

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Zilli, por sua vez, projetava com otimismo, acordos envolvendo ações contra o Criciúma na Justiça Trabalhista. "Das dez últimas ações que ingressaram, três nós já encerramos com acertos que foram feitos".

Circularam pela praça, também, o vice-presidente de Administração, Carlos Henrique Alamini; o vice-presidente de Patrimônio, Édio Castanhel; o diretor de marketing, Fernando Maragno; e o gerente de futebol, Homero Santarelli, entre outros.

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