Retrô
O velho debate da camisa azul para o Tigre
Há os que defendem a tradição do Comerciário, mas há os que evocam a prioridade ao tricolor
Por Redação Engeplus
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Um protótipo encaminhado à diretoria do Criciúma Esporte Clube, ainda no ano passado, trouxe à tona de novo o debate em torno da autorização da confeccção de camisas, mesmo que promocionais, com cores que não sejam o amarelo, preto e branco.
A empresa licenciada do Tigre para alguns produtos, como a camisa retrô que já existe ao dispor da torcida, elaborou o modelo azul, com menção ao Comerciário, antecessor do Criciúma. A diretoria, porém, vetou ao menos por enquanto a produção em série da camisa azul, tomando por base o que dispõe o estatuto do clube, que só permite uniformes nas cores oficiais do Tigre, adotadas desde os anos 80, quando o azul e branco foram substituídos.
Entre os torcedores, o tema origina um bom debate. Há os que defendem a confecção da camisa, como forma de criar um produto diferenciado e, ao mesmo tempo, saudar as origens do clube, enquanto outros agarram-se às tradições das cores vigentes, e consagradas, bem como a correlação com demais agremiações que fazem uso do azul. Enquanto a discussão persiste, a camisa retrô do Criciúma disponível segue sendo a tricolor, com corte tradicional e disponível na loja oficial do clube.



