Obra do
Obra do Canal Auxiliar ameaçada
Por Redação Engeplus
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Há três meses o Governo Municipal têm enfrentado problemas com a empresa Itajuí, contratada para executar a obra do Canal Auxiliar, no Centro de Criciúma. Acontece que na terça-feira, a empreiteira protocolou na prefeitura a intenção de paralisar as atividades, caso o pagamento dos serviços não seja realizado.
O prefeito Clésio Salvaro explica que há 20 dias já negocia com a empresa e a Caixa Econômica Federal uma solução para o impasse. Segundo ele, a administração pública contratou a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) para fiscalizar todas as obras, inclusive a do Canal Auxiliar. “Teve medições que foram apresentadas pela Itajuí que não concordamos e eles querem receber pelo trabalho”, argumentou o prefeito.
Essa medida, na visão do chefe do Poder Executivo, soa como antipática. A obra já causou diversos problemas aos comerciantes, mas é considerada pela maioria da população uma necessidade. “Se for necessário contratar outra empresa, levará quase um ano para executar uma licitação”, alertou Salvaro dizendo que a intenção é que a empresa continue e irá receber por todos os trabalhos que realizar.
“São poucas as situações que me fazem perder o sono, mas essa tem me causado insônia”, revelou. Para o governo está é uma das obras mais importantes para a cidade. Só com o projeto foi investido R$ 1,5 milhão. Já para a execução da obra, o investimento total ultrapassa os R$ 18 milhões. “Não existe um dia que eu não passo pela obra para acompanhar. Se não houver uma solução técnica, infelizmente, eles irão parar”, lamentou.
A empresa ainda trabalha na execução da obra na rua Henrique Lage. Já na rua Vitório Serafim, a prefeitura assumiu os trabalhos para colocar os drenos. “Baixamos um decreto de interesse público para que a prefeitura pudesse trabalhar”, salientou.



