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Criciúma

Obras públicas são fiscalizadas pelo Observatório Social

Trabalho é realizado pela câmara de infraestrutura do OS

Por Redação Engeplus

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Foto: Heitor Carvalho

Obra do canal auxiliar, Policlínica do Rio Maina e Centro de Referência em Assistência Social (Cras) Tereza Cristina, esses foram os locais visitados pela Câmara de Infraestrutura do Observatório Social de Criciúma, na tarde desta terça-feira, dia 19.

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Com o intuito de fiscalizar a qualidade das obras públicas do município é que constantemente o Observatório Social realiza essas visitas e posteriormente encaminha um relatório para a secretaria de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana de Criciúma.

Dos locais visitados, o único que apresentava obras ainda em andamento foi o canal auxiliar, obra essa elogiada pelo presidente da Câmara de Infraestrutura, o arquiteto Nelson Gaidzinski. “Essa é uma obra grande e está sendo bem executada. Em questão de qualidade e agilidade, se assemelha muito a obra de reconstrução do Paço Municipal”, afirma.

Enquanto a obra do canal auxiliar que deve ter sua 2ª etapa concluída entre setembro e outubro, é um exemplo a ser seguido, os trabalhos já concluídos na Policlínica e no Cras, na opinião de Gaidzinski não deveriam nem ser recebidas pelo município. “A última parcela das obras só deve ser paga quando a construtora tomar as devidas providências”, ressalta o membro do conselho fiscal do Observatório Social.

Na Policlínica do Rio Maina o principal problema é umidade que toma conta do local, uma impermeabilização foi feita na estrutura recentemente, mas de forma que mesmo após a conclusão o local continua sofrendo com o problema.

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Já no Cras Tereza Cristina os problemas vão além, a fiação foi colocada sem tubulação, as portas não fecham por falta de alinhamento, o telhado em certo pontos está caindo, um dos banheiros está com vazamento e por aí vai.

De acordo com Guilherme Eugênio Pasta, coordenador do Observatório Social, após a construtora entregar a obra fica muito mais difícil cobrar uma posição dela. “Ainda que a obra apresente uma garantia de cinco anos , após o recebimento por parte do município fica complicado cobrar da construtora”, comenta o coordenador.

Questionada sobre os problemas apontados pelo Observatório Social, a engenheira Kátia Smielevski, secretária de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana de Criciúma, afirma estar procurando soluções para resolver os problemas aos quais tem conhecimento. “Estamos em contato com as construtoras responsáveis pelas obras para que elas tomem uma posição e se necessário for vamos à justiça para isso aconteça”, relata a secretária.

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