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Operação Boas Vindas inicia patrulhamento no Boa Vista

Com sede no bairro, PM busca reforçar segurança e se aproximar da comunidade

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Mariana Noronha

Após se instalar na antiga escola Lindolfo Collor, a Companhia de Policiamento Tático (CPT) do 9º Batalhão da Polícia Militar (BPM) iniciou a operação Boas Vindas, na baixada do bairro Boa Vista. A área considerada de maior vulnerabilidade social terá segurança reforçada.

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A CPT engloba as frações de tropa especializadas do 9º BPM, sendo composta pelo Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT), Rocam, Canil e Cavalaria. "Com a sede da CPT no bairro será possível melhorar o policiamento, buscando ter presença maciça na região", explica o comandante da CPT, capitão Mário Luiz.

Segundo ele, durante a Operação Boas Vindas as tropas estarão espalhadas, localizadas em determinados espaços durante os dias, alterando horários, para que a segurança seja mais incisiva na região.

"O objetivo, claro, é prender criminosos, traficantes, foragidos, apreender armas de fogo. E também não menos importante, é a aproximação com comunidade de bem. O quartel está de portas abertas para a população de bem", aponta.

A CPT conta com 50 policiais, no entanto, para atuar no bairro, o efetivo foi adaptado de acordo com a necessidade da operação.

Trânsito fiscalizado

Uma das operações é a fiscalização de trânsito, realizada em frente a nova sede do CPT. Conforme o tenente, Carlos Apoitia o objetivo do trabalho é dar mais segurança à comunidade, assim como preservar o novo patrimônio da Polícia Militar.

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Comunidade ainda se acostumando

Como a atividade do CPT ainda é algo novo na localidade, a comunidade do bairro Boa Vista ainda está se acostumando com a movimentação policial na região.

Uma das primeiras mudanças foi a troca de escola. Muitas crianças tiveram que ser matriculadas em outras unidades escolares, devido o fechamento do Colégio Lindolfo Collor para abrigar a sede do CPT.

Uma das moradoras da rua São Francisco do Sul, por exemplo, teve que matricular o filho, de 16 anos, em uma instituição do bairro Rio Maina. Para se deslocar, ao invés de alguns passos, o jovem tem que pegar ônibus escolar todos os dias. "Para mudar de escola foi um transtorno", comentou a moradora.

No entanto, ela adimite que o trabalho da PM está "diminuindo a bagunça". "Ainda tinha muito vai e vem de gente, e a rua agora está mais calma. Antes me sentia insegura, agora está mais tranquilo", disse.

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