Criciúma
Operação em curso mapeia irregularidades em pelo menos 36 estabelecimentos
Alimentos improcedentes, falta de alvará e trabalho clandestino são algumas das falhas
Por Redação Engeplus
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Em 20 dias, 36 estabelecimentos de Criciúma - vistoriados em uma operação envolvendo órgãos de segurança pública municipal - apresentaram algum tipo de irregularidade, como alimentos sem procedência, trabalho clandestino e ausência de alvará. Até o fim do mês, um relatório será apresentado, com o balanço, por exemplo, de apreensões feitas pela Vigilância Sanitária da cidade.
A iniciativa, nomeada Ações Integradas de Segurança Pública, se estende até o fim do ano. Foram mapeados pontos de maior vulnerabilidade do município e em lugares com grande fluxo de pessoas, como empresas, lanchonetes, bares, eventos e rodovias.
A operação é organizada pelo Gabinete de Gestão Integrada municipal e está incluída no plano de segurança municipal. “O intuito é levar mais segurança a população e também buscar a prevenção de inúmeras situações. Ao longo do ano vários tipos de operações em situações e locais diferentes serão realizadas”, afirma coordenador da Defesa Civil de Ciciúma, Dinoi Pereira Borba.
Em um primeiro momento, as ações possuem caráter orientativo. “Não multamos nessa primeira etapa. Agora estamos orientando, para que se houver alguma irregularidade, ali mesmo no local, a instituição competente já explique de que forma a situação possa ser regularizada”, pontua Borba.
O cronograma de ações serão atualizadas a cada trinta dias. “Com o objetivo de definir qual a prioridade de cada mês precisa ser intensificada”, arremata ele.
Pelo menos onze órgãos estão envolvidos no processo que despende, em média, 22 pessoas por ações: Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil, Polícia Federal, Vigilância Sanitária , Fazenda Municipal, Procon, Diretoria de Trânsito, Corpo de Bombeiros, Exército e Famcri.



