Orelhões: Maioria
Orelhões: Maioria não funciona
Por Redação Engeplus
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Em alguns locais do país, as empresas responsáveis pela telefonia fixa estão analisando a possibilidade de instalar redes de internet sem fio nos famosos “orelhões”. Mas na tarde desta sexta-feira o Portal Engeplus constatou que o serviço básico dos telefones públicos não é oferecido.
Dos 30 telefones testados no Centro de Criciúma, apenas 13 estão funcionando normalmente. Os outros 17 estão com algum tipo de problema que impede que ligações sejam efetuadas.
Os testes foram realizados em telefones no Terminal Central, nas ruas João Zanette, Seis de Janeiro, Santo Antônio, João Pessoa, Henrique Lage, na Travessa Padre Pedro Baldoncini, no calçadão da praça Nereu Ramos e na praça Vittorio Veneto.
Na rua João Zanette, um dos quatro telefones públicos foi quebrado e há indícios de uso de fogo, outros dois estão fora de operação e apenas um funciona. Na rua Henrique Lage, no trecho que vai da Catedral São José à rua Anita Garibaldi, apenas um telefone público está à disposição e está fora de operação.
Telefones quebrados, mudos, fora de operação e até que recusam cartão foram encontrados. Um dos “orelhões”, inclusive, funciona como espaço para abrigar uma bicicleta durante o expediente de seu proprietário. De acordo com um lojista que não quis se identificar, o caso é recorrente. “Todo dia essa bicicleta é colocada aí. Nunca vi ninguém solicitar a retirada”, disse ele.
Telefones mais baixos – Dos 30 telefones avaliados, apenas dois são adaptados para crianças e pessoas com nanismo. Um deles está localizado no Terminal Central e o outro na rua Santo Antônio. Os dois estão funcionando normalmente.
Manutenção – Responsável pela manutenção dos telefones públicos em Santa Catarina, nenhum funcionário da RM Telecom, autorizada pela Oi/Brasil Telecom, quis manifestar-se sobre o caso. Os responsáveis pela assessoria de imprensa da RM Telecom, em Fortaleza, não foram encontrados.



