Os Segredos da Cozinha Norte Americana

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Os Segredos da Cozinha Norte Americana

NA COZINHA COM CHEF MOTTA


Brownie com Calda de Frutas Vermelhas


1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de frutas Seca
3 xícaras de açúcar
1 xícara de essência de baunilha
½colher de fermento
½colher de sal
200 gramas de chocolate meio amargo em pedaços
140 gramas de manteiga
3 ovos

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Calda:
2xícaras de frutas vermelhas (por ex.morango)
1xícara de açúcar

Modo de preparo

Brownie:
Aquecer o forno a 160ºC (forno médio). Untar com manteiga e polvilhar com farinha uma assadeira retangular pequena (cerca de 18 cm x 25 cm). Em uma tigela, misturar a farinha, o sal e o fermento. Reservar. Em uma panelinha, em fogo baixo, derreter a manteiga e o chocolate. Mexer sempre. Quando tudo estiver dissolvido, retirar do fogo e acrescentar o açúcar e a baunilha, misturando bem. Adicionar os ovos, um a um. Mexer com o batedor de arame até obter uma massa homogênea. Acrescentar as frutas secas (passas, damascos, nozes, pistaches, avelãs e amêndoas) misturar novamente.
Despejar a massa na assadeira untada e levar ao forno por cerca de 25 minutos (é fundamental não assar demais: ao contrário de outros bolos, onde se testa o ponto com um palito limpo, o brownie estará pronto quando, espetando um palito, ele ainda estiver com migalhinhas de massa). Retirar o brownie do forno e, se possível, deixar esfriar por 2 horas antes de servir.

Calda:
Colocar as frutas vermelhas e o açúcar em uma panela e levar ao fogo. Mexer até que o açúcar esteja dissolvido, retirando a panela do fogo assim que ferver. Servir fatias de brownie com a calda ao lado

COZINHA É CULTURA Os segredos da cozinha Norte-Americana

A cozinha norte-americana é muitas vezes encarada com uma desconfiança que não se
justifica, pois ela é das mais variadas e sofisticadas. Como aconteceu no Brasil e em outros paises de colonização recente, os Estados Unidos sofreram a influências dos índios e produtos locais, dos negros e dos povos europeus que os colonizaram, e que foram muitos. E pode-se dizer que a cozinha do país soube conciliar muito bem essas tendências.
É certo que os EUA muitas vezes mostram ao mundo um lado de sua culinária que não parece muito atraente. Os pratos feitos congelados, as preparações em escala industrial e também alguns clichês que mostram pessoas apressadas, que “engolem” sanduíches, sem mesmo reparar o que estão comendo, distorcem uma realidade, pois a cozinha daquele país é variadíssima e sabe harmonizar a tradição com a modernidade, representada pelos instrumentos magníficos que tem a disposição em suas cozinhas e que só facilitam a vida de quem nelas trabalham. O alto padrão de vida e o poder aquisitivo do povo acabam também por melhorar a cozinha. O americano médio tem a seu dispor ingredientes do mundo inteiro e, mais importante, tem dinheiro para comprá-los. Hoje, os EUA produzem grandes vinhos, mas se quiserem, também tem dinheiro para comprar o que há de melhor na Europa.
A culinária regional se desenvolve e há grandes restaurantes típicos maravilhosos.
Os primeiros colonizadores europeus que chegaram aos EUA, na Nova Inglaterra, os
Pilgrims, souberam muito bem explorar os produtos locais, especialmente o milho. Para comemorar a primeira colheita desse cereal em solo americano, esses pioneiros fizeram um grande almoço utilizando o peru, uma ave nativa, e essa tradição se preserva no “Dia de Ação de Graças”. Na Nova Inglaterra a atividade pesqueira era muito importante e isso explica o grande número de pratos com peixes e frutos do mar da região, entre os quais a Boston fish chowder, uma saborosa sopa de peixe.
Da mesma região a corn chowder, uma sopa de milho verde simples e agradável demonstra a importância desse ingrediente, que também acompanhou os primeiros que desbravaram o Oeste.
As influências européias foram muitas. Logicamente a inglesa é bem sensível e pode ser ilustrada pela shicken pie, a torta de frango, hoje em dia um prato (bem americano) popular.
Mas elas são bastante variadas e, muitas vezes localizadas, como a Alemã na Pennsylvania e no Wisconsin, dos nórdicos no maravilhoso Estado de Minnesota, e assim por diante. Além disso, a cozinha americana acabou sendo marcada também pelos vizinhos do Sul, principalmente pelo México. Hoje em dia, a população hispânica é muito importante no país e não se restringe apenas aos mexicanos. Há cubanos, porto-riquenhos e representantes de outros países, o que vai aumentando o (cadinho de raças) americano, com repercussões nos hábitos alimentares.

A Cozinha mexicana é sensível nos EUA, onde se fundiu com costumes locais. Há a chamada cozinha texmex, ou seja, Texas-México, bastante popular. O chilli com carne, um prato barato, substancioso e gostoso, à base de feijão, com forte sotaque mexicano, pode ser encontrado em todo o país .Um grande “quebra-galho” para estudantes pobres, entre os quais é muito querido.
O frango frito é um dos pratos mais populares do pais, em suas variadas versões. O Maryland Fried Chicken é muito prático e saboroso.
Outro clichê que persegue a culinária americana é o de que se mistura demasiadamente o doce com salgado. De fato, há muitos pratos com esses sabores, mas menos do que se pensa. O pato à Califórnia é um exemplo, mas talvez ele seja mais popular aqui no Brasil do que no Estado que lhe empresta o nome.
Mas, mesmo com o perigo de se cair no lugar comum, pode-se dizer que os americanos adoram carne, os steaks e os churrascos. As churrasqueiras de metal podem ser vistas nos jardins de muitas casas. No verão, é comum ver as famílias reunidas em torno do”grill”, assando steaks e hamburgers. E são hamburgers deliciosos, feitos em casa e com muito sabor. A carne moída pode ser encontrada em muitas das melhores cozinhas do mundo e é bem representada na americana pelo yankee meat loaf, um gostoso bolo de carne.
Porém a mais variada e saborosa cozinha regional americana talvez seja a da Louisiana, uma fusão de muitas tendências. Afinal, Nova Orleans, a capital, é uma das cidades onde se come maravilhosamente e que conheceu 4 bandeiras: a francesa, a espanhola, a inglesa e a americana. Isso sem contar a presença negra. Além disso, o Delta do Mississipi e as lagoas e braços de rio produzem frutos do mar magníficos, excelentes camarões, caranguejos, etc. A cozinha cajun, com influência francesa mas com forte sotaque regional, é realmente espetacular. O chicken okra gumbo, um frango com quiabo, que é bastante popular na região e o jambalaya, uma profusão de frutos do mar, retratam essa cozinha de Nova Orleans.
O camarão à newbourg mostra a cozinha sofisticada, a criação dos chefes de cozinha. O molho nasceu no famoso Delmônico de Nova York para acompanhar a lagosta.
A confeitaria, com os seus “cakes” e “pies” também é rica. O cheesecake é hoje uma receita conhecida no mundo inteiro. Mas talvez seja a apple pie, a torta de maçã, a mais representativa da confeitaria norte-americana. Aqui, a lemon pie, a torta de limão, lhe faz companhia.


FONTE: (Companhia União dos Refinadores Açúcar e Café),

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