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Ouvidoria presta mais de 190 atendimentos em cinco dias

Atendimento telefônico já foi restabelecido e população pode fazer uso desse sistema

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

Desde o último dia 30 de julho, os criciumenses que precisam realizar cadastro para soluções de problemas de iluminação pública, conservação de vias, limpezas de boca de lobo, focos de dengue e realizar denúncias, já podem a procurar a Ouvidoria do município de Criciúma, através de atendimento pessoal, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, das 8 às 17 horas, sem fechar ao meio-dia, no telefone 156 e através do e-mail: ouvidoriapmc156@gmail.com. Desde que os trabalhos voltaram à normalidade, após o incêndio que atingiu o prédio da prefeitura, a Ouvidoria 156 já registrou mais de 190 atendimentos, através dos três meios disponibilizados pelo setor.

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Segundo o coordenador do setor, Gian Madeira, as linhas telefônicas foram disponibilizadas na última sexta-feira e, desde então, o setor não para de receber ligações. “Nossos telefones desde que as linhas foram liberadas não param de tocar, por esse motivo pedimos que as pessoas sempre continuem tentando. Mas, para facilitar, temos outros canais de comunicação. Temos dois profissionais que prestam atendimento durante o período da manhã e mais dois no período da tarde, todos de segunda a sexta-feira. O trabalho realizado pela Ouvidoria de Criciúma é facilitar a chegada dos pedidos da população até as secretarias, diretorias, autarquias e fundações municipais, que irão em busca da solução do problema da população”, relata o coordenador.

Para aqueles que quiserem abrir seus pedidos através do e-mail: ouvidoriapmc156@gmail.com, algumas instruções devem ser seguidas

- Pode ser anônimo ou fornecer o nome (no caso de maus tratos a animais não podem ser realizadas denúncias anônimas);

- Endereço completo (bairro, rua, nº da casa ou da casa ao lado caso não tenha número, ponto de referência, cor do imóvel, telefone)

- Descrição do problema (corte de árvores em terreno particular procurar a Famcri).

Colaboração: Milena dos Santos/Decom Criciúma

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