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Pamif: estreitando laços da mamãe com o bebê

Atividades como shantala e terapia aquática são gratuitas

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

Uma maneira de aproximar as mamães dos seus bebês e ainda ajudar na saúde dos recém-nascidos. Uma das atividades do Grupo de Gestantes do Pamif (Programa de Atenção Materno Infantil e Familiar) da Unesc é ensinar às mulheres a técnica da shantala, uma massagem que estimula o desenvolvimento motor e perceptivo das crianças.

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No último encontro, o bebê de Aline Aparecida Danielski, Murilo, mostrou como a atividade é importante para o seu crescimento. Com apenas 1 ano e 4 meses, o menino com Síndrome de Down já faz a festa com as bolsistas do projeto, e na sessão de shantala não foi diferente. “Ele faz fisioterapia duas vezes por semana e os exercícios do Pamif ajudam muito. Qualquer estímulo é fundamental para o crescimento dele”, garante Aline.

A mamãe de primeira viagem participou do programa quando ainda era gestante, praticando pilates, recebendo orientações dos profissionais da saúde e trocando experiências com outras mulheres. “Os encontros são muito importantes para esclarecer as mães e preparar para a gestação e o pós-parto. O contato com outras mulheres me ajudou muito na questão sentimental, a tirar dúvidas e esclarecer alguns mitos com relação à Síndrome de Down”, conta.

Segundo a coordenadora do Pamif, Ariete Inês Minetto, além de fornecer todo o apoio e orientação no período gestacional, as mães aprendem na prática a aplicar alguns exercícios e procedimentos simples importantes no dia a dia dos bebês. “Os profissionais de Odontologia, por exemplo, ensinam a cuidar dos dentinhos desde os primeiros dias de vida. O pessoal da Nutrição estimula as mães a trabalharem com a alimentação saudável. Nós fazemos tudo para garantir que elas tenham uma autonomia de cuidados em casa”, comenta.

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No caso do Murilo, que já tem uma rotina de exercícios obrigatórios, as atividades vão ajudar a potencializar o seu desenvolvimento motor e social. E a Aline acaba curtindo bem mais esse processo. “Independente dos resultados que se obtém, é ótimo estar em contato com ele durante as atividades. Só fortalece esse laço entre mãe e filho”.

Colaboração: Lorraine Amorim/Comunicação Unesc

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