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Papel reciclado

Papel reciclado é fonte de renda na Amesc

Por Redação Engeplus

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Fibras do tronco da bananeira, taboa, casca de cebola, estigma de milho, bagaço de cana-de-açúcar, citronela e sobras de papel foram os materiais utilizados por extensionistas da Epagri e técnicos do Projeto Microbacias 2 dos 15 municípios da Amesc, durante o curso de papel reciclado concluído ontem no Centro de Treinamento da Empresa, em Araranguá.

Durante cinco dias, foram ministradas aulas para apresentação de uma técnica que combina preservação ambiental com empreendedorismo. A extensionista da Epagri, Marley Alborghetti, explica que a intenção é reciclar o papel e reaproveitar a matéria-prima disponível no meio-ambiente. “Vamos agregar valor ao papel reciclado, com a utilização de produtos da natureza que são descartados”, afirma.

A tinta para colorir o papel, também foi extraída da natureza. Foram utilizadas erva-mate, citronela, urucum, repolho roxo, caldo de feijão com beterraba para coloração e flores secas prensadas para o acabamento. “Transformamos sobras de papel reciclado em cartões, convites, blocos, forros de caixinhas e pacotes, luminárias, cardápios e certificados”, acrescenta.

Segundo o gerente Regional da Epagri, Eclair Alves Coelho, o objetivo do Governo do Estado ao realizar essa capacitação é buscar alternativas de renda para a agricultura familiar. “Agora, capacitados, os extensionistas e técnicos do Microbacias vão promover cursos de papel reciclado nos clubes de mães e escolas, para geração de renda para as comunidades rurais”, informa.

(Colaboração/fotos: Ester Barp/ SDR Araranguá)

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