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Para economista, Rodovia Luiz Rosso seria Via Rápida

Por Redação Engeplus

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O Governo do Estado e a prefeitura de Criciúma estão pegando o caminho errado na definição do trajeto da futura Via Rápida, alerta o economista Ademar Fabre.

Para ele, a rodovia Luiz Rosso (Acesso Centro à BR-101) possui traçado e inserção econômica suficientes para recomendar a sua revitalização e conversão em uma futura via expressa.

"Nos próximos anos, dificilmente o município poderá deixar de implantar numa nova linha troncal do sistema integrado de transporte coletivo ligando a Quarta Linha ao centro", pondera Fabre. "E tampouco poderá protelar os investimentos tanto num terminal de passageiros, como na construção da futura Rodoviária, as duas obras na Primeira Linha."

Com a conclusão do Anel Viário e do Porto Seco, acrescenta o economista, a Luiz Rosso terá valorizada a sua importância econômica. "Será, com certeza, o futuro eixo de escoamento do tráfego pesado de Criciúma e municípios da região para a BR-101", prevê. "E isso atrairá inúmeros investimentos para as suas margens."

Entre os prováveis empreendimentos, Fabre vislumbra até mesmo o futuro estádio do Criciúma Esporte Clube. "Ao longo da Luiz Rosso será possível gerar espaços para shows ao ar livre, como concha acústica, um parque público municipal, talvez conjugado com um horto florestal, sem falar em diversos condomínios residenciais", enumera.

ABANDONO
A situação atual da rodovia Luiz Rosso é calamitosa, lamenta Fabre. "Implantada há mais de 30 anos, possui 12 km de pistas com camada irregular de asfalto sem acostamento, iluminação precária, 13 lombadas mal distribuídas e de formato que não atende aos padrões do CNT e, pior que tudo, sem qualquer sinalização horizontal ou vertical."

Como parte da revitalização visando à transformação da rodovia em Via Rápida, ele sugere o alargamento a partir da rótula no bairro São Luiz para três pistas até a Quarta Linha, uma delas exclusiva para o sistema integrado de transporte coletivo, a substituição das lombadas por sinalizadores eletrônicos e a construção de um túnel no Morro da Bananeira.

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Confira na íntegra o artigo do economista Ademar Fabre

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