Paralisação no
Paralisação no HRA tem 70% de adesão dos trabalhadores
Foram mantidos 30% dos serviços essenciais e 100% na urgência e emergência
Por Redação Engeplus
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A paralisação de 24 horas dos trabalhadores do Hospital regional de Araranguá contabiliza 70% de adesão nesta quarta-feira. O piquete em frente à instituição é acompanhado por segurança privada e a Polícia Militar, conforme informações da assessoria de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde).
“A SPDM administradora do hospital usou o dinheiro público, da população para contratar seguranças e coagir os profissionais não respeitando o direito democrático de greve, mas cansados de tanto descaso eles mostraram a força dos trabalhadores, que a principal responsável pelo atendimento e por salvar as vidas e, merece ser respeitada”, explica Cleber Ricardo Cândido, presidente Sindisaúde.
Hoje, 30% dos serviços essenciais estão foram mantidos e nos setores de urgência e emergência o atendimento se mantém em 100%. São cerca de 360 funcionários na entidade. A principal reivindicação é contra o assédio moral que os trabalhadores afirmam sofrer com todo tipo de ameaça denunciada junto ao sindicato.
Os trabalhadores cobram, ainda, o cumprimento de direitos trabalhistas retirados pela entidade como os 40% de insalubridade em radiologia e periculosidade e as 15 demissões sem justa causa. O sindicato solicitava também a criação do Portal Transparência e o Conselho de Avaliação e Fiscalização (CAF) formado por representantes dos trabalhadores e administração entre outros. Segundo o sindicalista a paralisação acontece após varias tentativas de conversar com administração sem sucesso.
Colaboração: Maristela Benedet/Comunicação Sindisaúde



