Patrimônios quase
Patrimônios quase esquecidos
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

A inauguração do Monumento à Maçonaria, na última semana, em Criciúma, chama atenção para outros existentes na cidade que representam algum momento da nossa história. À disposição para serem visitados, alguns deles são alvos de vandalismo, sejam pichações, colagem de cartazes e até mesmo sujeira.
Uma das obras mais visitadas é o Monumento ao Mineiro, na Praça Nereu Ramos, inaugurado em 1946 e hoje ponto de encontro de alguns criciumenses aos sábados pela manhã. Antes florido, o monumento ganhará nova jardinagem após as obras na praça.
O Monumento aos Mortos e Desaparecidos Políticos, no bairro Santa Luzia, lembra os criciumenses que morreram ou desapareceram durante o regime militar no Brasil. De acordo com comerciantes do bairro, o monumento é bastante visitado por pessoas de fora de Criciúma e constantemente famílias param para bater fotos do local. Alunos da Escola João Frasseto já realizaram um mutirão para limpar a obra, mas as marcas das pichações permanecem.
No Parque Centenário, no bairro Santa Bárbara, o Monumento às Etnias é alvo constante de vândalos com pichações e de usuários de drogas. A obra é uma homenagem às cinco etnias colonizadoras a cidade.
Outro pelo qual passamos e muitas vezes não damos importância, é a primeira mós de Criciúma, lembrada no monumento localizado na Praça do Imigrante, na rua Seis de Janeiro, Centro. Os taxistas que trabalham do local revelam que muitas pessoas passam e perguntam o que representa o monumento. Utilizada como um moinho manual, a primeira atafona lembra a primeira indústria da cidade, trazida pela família Bristot.



