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Patrocínio da Caixa ao Criciúma deve ficar para 2017

Orçamento do banco para esse ano já foi fechado

Por Redação Engeplus

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Foto: Fernando Ribeiro / www.criciumaec.com.br

O patrocínio da Caixa ao Criciúma deve ficar somente para 2017. Apesar de atender aos pré-requisitos solicitados pelo banco para receber a verba em troca da marca da instituição estampada da camisa, o clube carvoeiro dificilmente conseguirá o patrocínio nesta temporada.

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“Temos o pedido. Nós atendemos aos pré-requisitos, que era a prefeitura ter as contas na Caixa e o clube estar na Série A ou B. A conta do Criciúma está lá, as outras empresas que tenho também trabalham com a Caixa. As condições foram criadas, mas agora depende da alta diretoria da Caixa. Estamos aguardando. Talvez para esse ano seja complicado, algumas pessoas da Caixa informaram que isso deveria ter sido encaminhado já no ano passado, em função do orçamento. Mas vamos brigar para conseguir no ano que vem”, explica o presidente do Criciúma, Jaime Dal Farra.

No orçamento da Caixa para 2016 foram destinados R$ 83 milhões para patrocínio a dez clubes de futebol. “A política de patrocínio é definida de forma anual, com base na questão orçamentária. Estamos passando por um momento difícil no país. Para esse ano, a Caixa definiu como política renovar o que já tinha e entrar em um estado onde não tínhamos atuação, que é Minas Gerais. Essa é a definição do momento, se daqui um tempo algo mudar a situação poderá ser revista”, ressalta o superintendente regional Sul da Caixa, Robert Kennedy da Costa.

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Em Santa Catarina, apenas Figueirense e Chapecoense, clubes que integram a Série A do Campeonato Brasileiro receberam o patrocínio. O único clube da Série B patrocinado pela Caixa é o CRB de Alagoas. O Corinthians ainda está definindo a renovação de contrato, no valor de R$ 30 milhões, o qual é vigente até o próximo dia 23.

Confira abaixo a relação de patrocínios fechados para 2016:

Flamengo: R$ 25 milhões
Cruzeiro e Atlético Mineiro: R$ 12,5 milhões
Sport Recife, Coritiba, Atlético Paranaense, e Vitória da Bahia: R$ 6 milhões
Chapecoense e Figueirense: R$ 4 milhões
CRB Alagoas: R$ 1 milhão

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