Pedradas rendem
Pedradas rendem suspensões pesadas na Taça Cecrisa
Por Redação Engeplus
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Dez processos movimentaram a pauta da comissão disciplinar da Liga Atlética da Região Mineira na noite desta quarta-feira. Entre os punidos, três atletas, um dirigente e um preparador físico estão suspensos por pelo menos dois anos da Taça Cecrisa.
Pedradas marcaram alguns jogos. Na partida São Sebastião 2 x 1 Montevidéu, pela Série B, no último domingo, a maior pena foi para Eraldo da Luz. O jogador do Montevidéu brigou com Fernando Barbosa, atleta do São Sebastião, e posteriormente deu uma pedrada no árbitro. Resultado: está afastado do futebol amador por 840 dias.
Já Fernando Barbosa foi suspenso por 120 dias. O diretor Gilmar Pereira, do São Sebastião, deu um chute no auxiliar do árbitro e foi suspenso por dois anos. Ainda nesse jogo, o preparador físico Diego Honorato, do Montevidéu, invadiu o gramado e agrediu a arbitragem verbalmente. Acabou suspenso por dois anos.
Ainda na Série B, a Portuguesa perdeu para o Universitário por 5 a 1 em casa, no dia 1º de junho, e houve briga. O preparador físico Paulo César, do Universitário, ameaçou o árbitro de morte e foi afastado por 300 dias. Da Portuguesa, suspensão de 270 dias para o jogador Róbson Barros, que tentou agredir um dos bandeirinhas.
No jogo Jubaa 3x2 Comunidade, domingo, pela Série C, também teve confusão. O jogador Anderson Siqueira, do Comunidade, arremessou um tijolo no árbitro e está fora do futebol por dois anos. Anderson foi punido, ainda, com seis jogos de suspensão. Também do Comunidade, estão afastados o atleta Rafael de Jesus, que agrediu o árbitro e foi punido por dois anos, e Marlon Braz, outro jogador, que está fora por duas partidas.
A comissão disciplinar da LARM volta a se reunir na próxima quarta-feira.



