Pegada elíptica
Pegada elíptica
Por Redação Engeplus
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A bola oval exige mais do que uma pegada, é preciso abraçá-la, mas o sucesso no jogo não termina aí. É antes de tudo necessário evitar o choque com o adversário.
Nas tardes de sábado, um grupo de jovens ocupa o campo de futebol do bairro São Luiz para treinar um esporte pouco comum aos brasileiros.
Embora as práticas dispensem aqueles uniformes que transformam atletas em gladiadores, as regras acatam o “futebol americano”, não o rúgbi. A maioria dos adeptos integra bandas de rock de garagem.
“Por ora, estão apenas treinando, mas já se arriscam em algumas disputas em Tubarão, onde o esporte está mais evoluído”, relata Antonio Luiz Coelho, autor das fotos e pai orgulhoso de Marcos Antonio e Luiz Gustavo, dois dos atletas.



