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Saúde

Consumo de peixe

Peixes devem ser consumidos o ano inteiro

Pescados são recomendados duas vezes por semana, não somente na quaresma

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Douglas Saviato/Arquivo Engeplus

O consumo de peixes aumenta durante o período da quaresma, seja assado, grelhado ou cozido. Porém, os atrativos não são apenas a forma de preparo, pois há diversos benefícios à saúde. Tanto que a recomendação é o consumo ao longo do ano todo, pelo menos duas vezes por semana. “Especialmente os peixes de água fria, como salmão, truta, bacalhau e arenque, pois estão associados à redução da incidência de doenças cardiovasculares”, enaltece a nutricionista do Hospital São Donato, de Içara, Cristina Frasson.

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“Fonte abundante de proteínas, que são absorvidas com mais facilidade do que a de outros tipos de carnes, os pescados têm importante papel no crescimento e manutenção do organismo. São essenciais, por exemplo, na digestão, na produção de anticorpos, na coagulação do sangue, controle da taxa de colesterol, entre outras funções”, destaca. Ela explica que os peixes também são ricos em nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do corpo, como o ferro, iodo, magnésio, cálcio, sódio, fósforo, vitaminas A, E, D, B2, B3, B12 e ácido fólico.

Além disso, a gordura do peixe é insaturada, ou seja, não prejudicial à saúde, e possui o complexo ômega-3, ácido graxo de grande importância para as atividades do cérebro e do coração. Cristina acrescenta que, além de um poderoso antioxidante, seu consumo auxilia na diminuição dos triglicerídeos e colesterol e favorece a produção do chamado colesterol bom (HDL), o que diminui o risco de doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer e doenças inflamatórias.

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Cuidados – Para a hora da compra, a nutricionista dá algumas dicas e reforça que é necessário observar se a aparência do pescado está boa. “Os olhos devem brilhar e ocupar todo o espaço da órbita. As escamas devem estar firmes. É imprescindível, também, acertar no preparo para que não se percam vitaminas e o alimento não ganhe gordura. O melhor é optar pelo cozimento no forno ou na grelha”, pontua a profissional.

Colaboração: Lucas Lemos/Comunicação Hospital São Donato

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