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Pela liberdade

Pela liberdade para se entrevistar o treinador no Tigre

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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O técnico Leandro Machado não saiu-se bem neste sábado. A começar pela situação do meiocampista Adriano, cuja escalação estava absolutamente descartada pelo próprio treinador antes do jogo, contrariando o que ocorreu no segundo tempo.

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No quesito substituições, Leandro deixou escapar a chance de atacar com maior volúpia, pois no momento em que o Joinville teve um jogador expulso acabou o treinador do Tigre buscando opções menos ofensivas. Foi chamado de medroso por alguns comentaristas que estavam na Arena.

Mais tarde, na entrevista coletiva, a chance de buscar explicações. Certo? Errado.

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A nova sistemática de contato dos profissionais da imprensa com os clubes de futebol, regras "inovadoras" e "revolucionárias", tiraram do repórter a chance de melhor investigar e informar, tiraram do torcedor a chance de saber mais do seu time e trazem prejuízo até para o profissional do futebol, que perde a oportunidade de expor melhor os seus conhecimentos, de explicar-se melhor e até poupar-se de algumas críticas. Tudo para se proteger do que? Qual o medo do treinador do Criciúma por exemplo? Porque responder apenas duas perguntas de cada repórter?

Ah, e os jogadores estão dando menos entrevistas, também respeitando a regras de limitações de contato. E se ferirem alguma regra, poderão ser multados. Isso já aconteceu recentemente no Criciúma. Crescer é importante. Ter regras também. Mas limitar informação e privar a torcida de esclarecimentos, é lamentável.

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