Pesquisa avalia
Pesquisa avalia 30 anos de educação para surdos
Por Redação Engeplus
1 min de leitura
A utilização da língua de sinais (Libras) é essencial na inclusão de estudantes com deficiência auditiva, mas não é sinônimo de evolução e permanência na escola. A análise resultou de trabalho de conclusão do curso de Pedagogia na Unesc, defendido pelo formando Eduardo Scheffer Puziski, portador da deficiência.
Orientado pela professora Albertina Serafim Daminelli, o estudante defendeu sua pesquisa perante a banca com apoio de uma tradutora em Libras. Um mundo de silêncio: 30 anos de história da educação dos surdos em Criciúma varreu os avanços da educação inclusiva nas últimas três décadas na região, ouvindo alunos e ex-alunos surdos, além de professores.
Os depoimentos colhidos por Puziski condicionaram o sucesso da inclusão a um “envolvimento e comprometimento” com a qualidade do ensino e da aprendizagem. “Se somente a língua garantisse a aprendizagem”, concluiu o estudante, “os alunos ouvintes não fracassariam nas escolas”.
(Colaboração/foto: Zeca Virtuoso / Unesc)



