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Pinguins, tartaruga-de-couro e lobo-marinho são encontrados em praias do Sul durante feriadão

Oito ocorrências foram registradas em Jaguaruna, Esplanada e Balneário Rincão

Foto de Ariadne Marcelino - ariadne.marcelino@engeplus.com.br

Por Ariadne Marcelino - ariadne.marcelino@engeplus.com.br

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Foto: Divulgação | PMP-BP

Oito animais marinhos foram registrados pelo Programa de Monitoramento de Praias da Bacia de Pelotas (PMP-BP) no litoral Sul de Santa Catarina durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida. Do total, seis foram encontrados mortos e dois eram pinguins vivos. As ocorrências foram atendidas em praias de Jaguaruna, Balneário Esplanada e Balneário Rincão.

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Segundo a coordenadora do Setor B do PMP-BP, Morgana Gaidzinski, no sábado, dia 10, a equipe foi acionada para atender à carcaça de uma tartaruga-de-couro e de um filhote de lobo-marinho, ambos em Jaguaruna. No mesmo dia, um pinguim vivo foi encontrado em Balneário Esplanada e encaminhado ao Laboratório de Zoologia da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

No domingo, dia 11, novas ocorrências registraram as carcaças de dois pinguins. Já na segunda-feira, dia 12, em Balneário Rincão, a equipe atendeu a ocorrências envolvendo um pinguim vivo e outros dois encontrados mortos. As aves já estavam em estado de decomposição.

De acordo com Morgana, a presença desses animais no litoral é comum nesta época do ano. As praias concentram o maior número de registros a partir de maio, podendo seguir até meados de novembro. “O período pode se estender, mas o pico maior de presença desses animais são nos meses mais frios do ano, quando os registros ocorrem com maior intensidade. Entre maio e junho tivemos um pico elevadíssimo de presença de pinguins. Agora começa a reduzir, mas eles ainda estão no processo migratório, por isso pode ocorrer essa presença deles no litoral”, explicou.

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Como proceder ao encontrar um animal

Ao encontrar um animal marinho vivo ou morto na praia, a orientação é entrar em contato com a equipe do programa de monitoramento pelo WhatsApp, no número (48) 99183-8663. Segundo Morgana, quando o animal está vivo, os pesquisadores avaliam suas condições e o local onde foi encontrado. Se estiver bem e em uma área adequada, ele permanece no local. Caso apresente ferimentos ou precise de atendimento, é encaminhado para avaliação especializada.


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