Polícia Civil conclui quarto inquérito da Operação Hefesto; cinco foram indiciados

Inquérito visou apurar vários crimes que poderiam estar sendo praticados

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Polícia Civil conclui quarto inquérito da Operação Hefesto; cinco foram indiciados
Foto: Divulgação

A Polícia Civil de Santa Catarina, através da Delegacia de Polícia de Cocal do Sul, concluiu mais um inquérito da Operação Hefesto. O inquérito visou apurar vários crimes que poderiam estar sendo praticados: tráfico de drogas, receptação, furto de gado, crime ambiental, venda de armas, venda de produto veterinário falsificado, venda de produto impróprio para o consumo e organização criminosa.

"Neste quarto inquérito policial foram indiciadas cinco pessoas, três por comércio de armas de fogo e munições e associação criminosa. Dois indiciados são o proprietário do estabelecimento e o filho. Ambos seriam os chefes da organização criminosa que teria sido identificada. O priprietário do local já foi indiciado por oito crimes, enquanto o filho foi indiciado por cinco crimes até o momento", afirmam os delegados Ulisses Gabriel e Antônio Márcio Campos Neves.

Sobre as investigações da Operação Hefesto

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A partir de maio de 2021 as investigações foram intensificadas. No dia 16 de abril foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão e um de prisão. A Operação desdobrou-se em mais inquéritos, sendo um referente à prisão em flagrante pelos crimes de venda de produto impróprio para o consumo, crime ambiental e organização criminosa, com nove investigados denunciados, instaurado em 16 de setembro de 2021. Dois investigados foram presos no dia 16 e outros sete na segunda fase da Operação Hefesto, sendo os nove indiciados neste procedimento.

A Polícia Civil trabalha também em um inquérito de usura pecuniária, instaurado em 22 de setembro, que está em fase de conclusão. Um inquérito que apurava o crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico foi concluído no dia 9 de novembro de 2021.

Também há um inquérito instaurado em 2019 (da fase pré-Operação Hefesto, um dos embriões de toda a investigação), que foi concluído em 1º de junho de 2021. Este era referente a um depósito para venda de medicamentos falsificados da marca registrada Borgal. Deu causa a denúncia pelo Ministério Público Estado em 15 de outubro de 2021 em oposição a duas pessoas.

Por fim, há o Inquérito Policial de lavagem de dinheiro, instaurado em 17 de setembro de 2021, tendo sido solicitado o relatório de informação financeiras ao COAF e tributária à Receita Federal.

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