Criciúma
Polícia Civil indicia sete suspeitos de roubos
Neste ano a Divisão de Roubos já representou por 32 prisões preventivas de suspeitos
Por Redação Engeplus
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A Divisão de Repressão à Roubos da Divisão de Investigação Criminal (DRR/DIC) de Criciúma concluiu as investigações de seis inquéritos policiais. Ao todo, sete pessoas foram identificadas e indiciadas por roubo com uso de arma e concurso de pessoas. Foram requeridas prisões preventivas, além de outras medidas cautelares, com deferimento pelo Poder Judiciário. Os crimes ocorreram, por duas vezes, na região central da cidade e nas demais vezes roubos foram registrados nos bairros Mina do Mato, Jardim Maristela, Pinheirinho e Naspolini.
Em um roubo cometido por uma dupla, em um posto de combustível do Jardim Maristela, um deles foi preso em flagrante pela Polícia Militar (PM). Iniciada a investigação, os policiais civis conseguiram identificar um dos suspeitos, de 25 anos, que teve sua prisão decretada. Em outro roubo a um posto, na Mina do Mato, um suspeito, de 24 anos, foi identificado e indiciado pelo crime. O investigado está recolhido no Presídio Augusta.
Ainda foi solucionado um roubo de uma caminhonete na região central. O autor rendeu mãe e filho que estavam saindo de casa e levou o veículo. O investigado foi identificado, 32 anos, e teve a prisão preventiva decretada.
Outro roubo, o de um malote de lotérica, por meio de integração de informações da Polícia Civil e Polícia Militar, foi identificado e indiciado um suspeito, 29 anos, da execução do crime. A Polícia Civil requereu ao Poder Judiciário e cumpriu a prisão preventiva do investigado.
Já outros dois roubos solucionados foram cometidos com uso de facas. No bairro Naspolini, um casal, de 24 e 19 anos, foi identificado como autores de um assalto contra um motociclista, que fazia entregas no local. Já no bairro Pinheirinho, foi esclarecido um assalto realizado dentro de um transporte coletivo. O suspeito, de 29 anos, ameaçou com faca o motorista e subtraiu quantia em dinheiro. Os três foram indiciados pela Polícia Civil. A pena para os delitos de roubo com arma de fogo pode superar 16 anos de reclusão. Nos roubos realizados por mais de uma pessoa, pode ultrapassar 13 anos. Se realizado sozinho, sem uso de arma de fogo, a reclusão pode atingir 10 anos.
Neste ano, na condução de investigações policiais, a Divisão de Roubos representou por 32 prisões preventivas de suspeitos. Ao todo, nos últimos seis meses, foram mais de 300 representações da Divisão de Roubos ao Poder Judiciário, por alvo, incluindo buscas residenciais, prisões e outras medidas cautelares necessárias à investigação policial de roubos na região.



