Polícia Civil vai intensificar operações em combate a furtos e receptação de fiação
Até 15 de novembro foram mais de duas mil ocorrências do tipo no estado

Santa Catarina terá intensificada as operações de combate a furtos e receptação de fiação elétrica. A medida foi estabelecida em reunião entre a Delegacia Geral da Polícia Civil e a Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) nessa segunda-feira, dia 13, em Florianópolis. Dados da Celesc informam que em 2020 foram mais de 1.800 ocorrências relacionadas ao furto qualificado em instalações da empresa. Já em 2021 - até 15 de novembro - houve mais de 2.300 ocorrências nas mais diversas regiões da área de concessão da Celesc.
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Flávio Ghizoni Júnior, serão ampliados os trabalhos de inteligência e as operações contra esse tipo de conduta criminosa. “Os furtos qualificados de fiação e também em unidades da Celesc, como as subestações, têm gerado problemas e risco ao fornecimento, além de prejuízo”, explicou.
Segundo apontado pela Polícia Civil e pela Celesc, este tipo de crime gera risco às instalações e à continuidade do fornecimento de energia elétrica, prejudicando a população catarinense de maneira geral, além da produção dos diferentes setores (indústria, comércio e serviços), e o funcionamento de hospitais, policlínicas e postos de saúde, escolas e creches, órgãos públicos, iluminação pública, entre outros pontos.
“Nos últimos anos, em que pese o aumento de investimento em vigilância privada feito por esta distribuidora, temos registrado um crescente aumento de furtos qualificados em nossas instalações, em especial as subestações”, relatou o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins.
Também participaram da reunião o diretor de Distribuição da Celesc, Sandro Ricardo Levandoski; o assistente da Presidência, André Cesconeto e o chefe da Divisão de Manutenção e Distribuição, Ismael Lima de Borba. Também participaram o diretor de Inteligência da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D`Avila e o diretor da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Verdi Furlanetto.
Com informações da Polícia Civil



































