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Polícia recolhe veículos em revenda na área central de Criciúma

Atualização de Matéria às 11h57min /Irregularidades vão desde a comercialização dos carros aos procedimentos de lavação dos mesmos que infringem as regras ambientais

Por Redação Engeplus

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Atualização de Matéria às 11h57min / Equipes da Polícia Civil, Receita Estadual e Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri) trabalham neste final de manhã em uma revenda de veículos na área central de Criciúma. Conforme informações preliminares do repórter Allen Silva, da Rádio Eldorado, são apreendidos cerca de 50 veículos que estão no pátio por conta de irregularidades na comercialização, como carros sem nota. A presença da Famcri se dá por conta de irregularidades nos procedimentos de lavação dos carros.

De acordo com o delegado de polícia responsável pelo caso, Leandro Loretto, o dono do estabelecimento será autuado por estelionato e crime ambiental, pois haviam produtos químicos ilegais na lavação do estabelecimento. O proprietário também irá responder por crime tributário por revender carros alienados, ou seja, veículos ainda não quitados. De acordo com Loretto, os funcionários também não emitiam notas fiscais aos compradores e nenhum carro do estabelecimento possui nota fiscal. A revenda está no nome do filho do proprietário. No local, a Polícia Civil apreendeu vários documentos. O mandado de busca e apreensão foi expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Criciúma.

Conforme a Polícia Civil, os carros não têm documentação e todos serão recolhidos, com exceção dos veículos pessoais, seis caminhões guincho farão o recolhimento. As equipes agem também no estacionamento mantido pelo mesmo empresário na cidade de Içara. Conforme informações iniciais, nenhum veículo foi levado de lá. De acordo com o delegado, as investigações iniciaram por conta do registro de boletins de ocorrência registrados por clientes e todas as reclamações eram parecidas, sobre falta de documentação cedida pela revenda.

Conforme o fiscal da Vigilância Sanitária de Criciúma Valter Mariano, na revenda se fazia uso de dois produtos para lavação de carros, mas não é do conhecimento da Vigilância se há registro deles na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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