Polícia vê
Polícia vê "acerto de contas" no homicídio de Maracajá
Por Redação Engeplus
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A polícia de Maracajá não tem pistas dos dois homens que mataram a tiros Hermocildes Pazini, 56 anos, morador do bairro Floresta, hoje às 9h30. O investigador Edsonir Soares, que está há dez dias na cidade respondendo pela delegacia de polícia do município, vindo da Capital, no entanto, não tem dúvidas.
“Trabalhamos com a hipótese de acerto de contas; os indícios são nesse sentido”, disse o policial, reafirmando não ter pistas da dupla que ocupava uma moto vermelha 125 cilindradas, de cor vermelha.
A polícia apurou que os dois ocupantes da moto chegaram à casa de Pazini por volta de 9h30 e o chamaram. Ele saiu, conversou com os homens e em instantes teve início uma discussão.
Ato contínuo três tiros, a queima-roupa, foram disparados. Hermocildes caiu, morto e a dupla fugiu em direção a BR-101, em direção a Criciúma, via bairro Verdinho.
Pazini, segundo informações que a polícia levantou hoje durante todo o dia, mantinha tráfico de drogas, principalmente cocaína e crack e esse deve ser o motivo do crime.
Ele era considerado um dos mais fortes traficantes da região de Araranguá. Ele respondia processo judicial pelo mesmo delito e aguardava o julgamento em liberdade condicional.



