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Saúde

Saúde em pauta

Políticas públicas para fortalecimento do SUS pautam 9ª Conferência Municipal de Saúde

Propostas foram formuladas e serão encaminhadas às etapas estadual e nacional

Por Redação Engeplus

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Foto: Vitor Netto / Unesc

Depois de mais de 10 horas de debates sobre o desenvolvimento de políticas públicas de saúde para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a Prefeitura de Criciúma, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Conselho Municipal de Saúde (CMS) de Criciúma, encerrou na tarde desta quarta-feira, dia 27, a 9ª Conferência Municipal de Saúde. O evento foi aberto ao público e reuniu profissionais de saúde, acadêmicos e moradores no auditório Ruy Hülse, na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc).

A conferência municipal iniciou na terça-feira, dia 26, e teve como tema principal “Democracia e Saúde: Saúde como Direito e Consolidação e Financiamento do SUS”. O assunto foi destacado pela diretora do Instituto Maria Schmitt (Imas), Mirian Késia Labs de Lima, que ministrou uma palestra aos participantes. Durante a iniciativa, também foram listadas as prioridades e as propostas para qualificar os serviços de saúde em Criciúma.

Conforme a integrante da comissão organizadora da conferência municipal, Ana Paula Aguiar Milanez, as propostas formuladas serão encaminhadas para a 8ª Conferência Estadual de Saúde e à 16ª Conferência Nacional de Saúde. “Foram elaboradas propostas, duas por eixos temáticos, para as esferas municipais, estaduais e federal. Porém, apenas seis serão enviadas à etapa estadual”, explica. Os 12 representantes do município nas próximas etapas também foram eleitos.

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“A Conferência Municipal de Saúde é um espaço para avaliarmos a situação da área de saúde, com o objetivo de propor melhorias através de políticas públicas ancoradas em ações justas que abrangem todas as pessoas”, destaca o presidente do CMS de Criciúma e coordenador-geral da 9ª Conferência Municipal de Saúde, Daniel Frederico Antunes. As conferências municipais, por ordem do Governo Federal, ocorrem a cada quatro anos.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Francielle Gava, é preciso repensar as políticas públicas relacionadas ao SUS, criado pela Constituição Federal de 1988. “Hoje, pensar políticas públicas é deixar de lado, muitas vezes, as situações específicas de um determinado local e pensar a realidade macrorregional para melhorar a qualidade dos serviços de saúde pública oferecidos aos usuários. É necessário elencar propostas que interfiram, de forma significativa, na vida das pessoas”, comenta.

Colaboração: Jhulian Pereira / Prefeitura Criciúma

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