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Siderópolis

Ponte: nova queda pode prejudicar trânsito e traz perigo para motoristas

Trecho do asfalto foi recortado para obra de recuperação ambiental e não foi refeito

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

A luta por melhorias nas condições de trafegabilidade e o acesso ao bairro Patrimônio, em Siderópolis, sempre foi constante para os moradores. Após receberem o asfalto em 2013, um novo fato do ano passado trouxe novamente a preocupação para a comunidade há alguns meses.

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Um trecho do asfalto em que um rio passa por baixo foi recortado por uma empresa que fazia trabalho de recuperação ambiental. Pelo menos foi isso que os funcionários disseram para o morador Sidnei Gervásio Rosso. "Quando questionamos o que eles estavam fazendo disseram que o asfalto seria feito novamente após o término dos trabalhos e que eles receberam autorização para isso", contou. Entretanto, após alguns meses de trabalho, as máquinas e os funcionários não apareceram mais e o trecho não foi refeito.

Nas últimas semanas a chuva começou a deteriorar parte da estrada em que o asfalto não existe mais e um buraco começou a se formar. "Corremos o risco de a estrada desabar novamente como já aconteceu outras vezes. Já avisamos a prefeitura", contou a moradora Maria Célia Rosso.

O presidente da Câmara de Vereadores de Siderópolis, Angelo Franqui Salvaro, fez uma indicação em Sessão Ordinária pedindo ao chefe do Poder Executivo a recuperação do asfalto. Como justificativa ele citou o perigo que o trecho não reconstruído causa aos moradores e motoristas.

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Conforme o engenheiro da empresa Confer, Hemerson Beckhauser, no contrato da obra de recuperação ambiental com a CPRM (Serviço Geológico do Brasil), não estava previsto refazer o asfalto, além disso, o contrato foi reincidido antes mesmo do término das obras, por falta de pagamento. "Eu acompanhei quase toda a execução. Foi feita a drenagem e o reaterro, mas ainda ficou algo pendente", conta.

O prefeito de Siderópolis Hélio César, o Alemão, explicou que o recorte feito no asfalto foi realizado sem autorização da prefeitura, e que não tinha conhecimento do que estava previsto ou não no contrato. Segundo ele, foi enviado um ofício para a CPRM. “Estou tendo essa conversa a meses sobre isso e agora estou aguardando o retorno deles. E o problema não é só neste trecho, acabou tendo excesso de peso e tem mais estragos em outros trechos da estrada”, disse.

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