Furacão Irma
Pós tempestade, catarinenses pensam em deixar os EUA
Por Redação Engeplus
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Catarinenses que vivem nos Estados Unidos deverão voltar para o Brasil depois da passagem do Furacão Irma pelo país. É o que constata o professor André Abreu, que viveu por muitos anos na região de Boston, retornou para Criciúma faz alguns anos e mantem contato permanente com a colônia brasileira na América do Norte.
“Sim, vários catarinenses, muitos aqui da região de Criciúma inclusive, estão cogitando voltar assim que possível, pois estão todos muito assustados com a violência desse furacão”, observa Abreu. Mas todos com os quais o professor vem mantendo contato estão bem. "Passam todos bem sim", confirma.

Conforme previsto, o Furacão Irma chegou na noite de sábado à costa sul dos Estados Unidos vindo do Caribe. Ele perdeu força ao alcançar o continente mas ainda assim apresenta ventos de 190 km/h e proporciona um rastro de destruição na região de Miami. A imprensa já fala em três mortes, e 1,7 milhão de pessoas estão sem energia elétrica.
“A previsão é que avance em direção à costa oeste da Flórida. Seis milhões de pessoas saíram de suas casas na fase de alerta. O governador chegou a dizer que se trata de uma tempestade mortal”, comenta Abreu. “Em certos pontos do litoral as ondas chegam a cinco metros”, completa.
O olho do furacão tem cerca de 40km, e o diâmetro total do fenômeno é de aproximadamente 700km, maior que todo o litoral da Flórida.



